Formação em Contexto de Trabalho: uma parceria positiva

 

foto Marco Santos

O que pensa sobre a Formação em Contexto de Trabalho (FCT) enquanto parte integrante de um curso profissional?

Temos a perfeita noção de que a Formação em Contexto de Trabalho (FCT) faz parte integrante do plano curricular de qualquer curso profissional e é indispensável para a obtenção de um diploma de qualificação profissional, pelo que, enquanto organização responsável perante a sociedade, faz parte da nossa conduta contribuir para a formação de técnicos qualificados inseríveis numa função profissional.

Muitos alunos, independentemente do seu grau académico, nunca tiveram experiências profissionais anteriores, havendo um grande impacto nesta transição entro o académico e o profissional. Este tipo de formação, permite a aquisição de competências relacionais, organizacionais e técnicas não passiveis de serem adquiridas em meio académico, fundamentais para o seu desempenho profissional.

 

Que impressão tem dos nossos alunos quando realizam FCT na sua empresa?

As experiências anteriores foram, surpreendentemente positivas, uma vez que os alunos demostraram competências técnicas e comportamentais de alto grau de maturidade. Este facto vem, apenas, comprovar a qualidade de ensino da EPBJC.

 

Considera que esta é uma ‘parceria’ positiva, para empresa, escola e aluno? Porquê?

Sem dúvida que é positiva para as três partes. Para a escola, porque tem a possibilidade de enriquecer o seu programa curricular oferecendo estas experiências aos seus alunos, bem como proporcionar aos formandos experiências profissionais e condições de aprendizagem prática em contexto real que a escola jamais poderá garantir por si só. Sem esta parceria, as escolas não seriam capazes de proporcionar essas experiências profissionais em domínios práticos ajustados à realidade do mundo do trabalho que as escolas, por melhor que funcionem, não podem assegurar.

Para o aluno, porque consegue compreender melhor o ambiente profissional, entender a importância das competências relacionais e organizacionais para as entidades, minimizando o impacto da transição académico/profissional.

E por fim, para a empresa uma vez que, pelo cariz de ser socialmente responsável, contribui, assim, para o bem-estar da comunidade e em particular dos futuros profissionais.

Por outro lado, a FCT também tem possibilitado à EAD identificar talentos, ficando os mesmos referenciados para futuras oportunidades de emprego.

 

Como foi a integração dos nossos ex-alunos na empresa?

A integração ocorreu sempre de forma muito natural e harmoniosa. O relacionamento com a escola e alunos tem sido sempre extramente positiva e não há qualquer tipo de situação menos positiva a referenciar.

Já recebemos vários alunos FCT e julgamos que não há melhor evidência desta sinergia, do que a EAD ter, neste momento, nos nossos quadros ex-alunos da escola.

Marco Daniel Ferra dos Santos, representante da EAD – Empresa de Arquivo de Documentação, S.A.